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    "Porque as pessoas que vivem de acordo com a natureza humana, tem a sua mente controlada por essa mesma natureza. Mas as que vivem de acordo com o Espírito de Deus tem a sua mente controlada pelo Espírito" Romanos 8:5

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Competência e Confiança

Objetividade Resultado
Estar sempre na vanguarda das melhores práticas que nos possibilite atender cada vez melhor nossos Clientes.  Possuindo uma “Política de Resultados”, voltadas ao cliente, o sucesso de nossas ações e realizações estão focados em seus propósitos, metas e necessidades. A AFG Consultores, construindo relações de parceria e de confiança. Fazendo das realizações dos Planos e Projetos de nossos clientes as nossas realizações.

 





Mercado Voluntário


O mercado de carbono voluntário abrange todas as negociações de créditos de carbono e neutralizações de emissões de gases do efeito estufa (GEE) que são realizadas por empresas que não possuem metas sob o Protocolo de Kyoto e, por isso, são consideradas ações voluntárias.

Os esquemas são financiados por organizações e indivíduos que querem neutralizar o impacto das emissões produzidas pelas suas atividades. Para isso, investem em projetos que têm como objetivo reduzir as emissões de GEE, através da compra de créditos de compensação. Estes são normalmente instrumentos financeiros negociáveis chamados Reduções Verificadas de Emissão (VERs - Verified Emission Reductions), os quais representam uma tonelada de dióxido de carbono (CO2) reduzida ou deixada de ser emitida.

O mercado voluntário de carbono vem crescendo dramaticamente nos últimos anos, passando de US$ 96,7 milhões em 2006 para US$ 330,8 milhões em 2007. Segundo especialistas, o principal motor é o boom verde que ocorre entre as empresas norte-americanas.

“Apesar da reação negativa entre alguns veículos da mídia e grupos ambientais de que as neutralizações de carbono seriam uma forma de ‘comprar indulgências’, a maioria das empresas envolvidas na pesquisa já começaram ou planejam compensar as emissões que não conseguem impedir que sejam produzidas”, comentam os organizadores da pesquisa “Padrões de Neutralização de Carbono 2008 (Carbon Offsetting Trends survey 2008), publicada em setembro de 2008 pela ClimateBiz.

 

Exemplos de Projetos


1. CO2OLUSA/ Futuro Florestal - Reflorestamento com espécies nativas no Panamá

O objetivo deste projeto, certificado com o CCBS, é reduzir as emissões de dióxido de carbono através de três ações:

• Plantações comerciais sustentáveis de madeira;

• Reflorestamento com propósitos de proteção e extração em áreas que eventualmente serão repassadas às comunidades locais. Estas serão as encarregadas do manejo e proteção, assegurando assim a permanência do estoque de carbono;

• Proteção das áreas de florestas secundárias existentes que fazem parte da área que a Futuro Florestal adquiriu para a implantação dos serviços de reflorestamento. Estas áreas são protegidas por causa do seu valor ecológico e estado de desenvolvimento.


Estimativas de dióxido de carbono seqüestrado ou conservado:

Até 2006: 40,110 tCO2e
Disponível em 2012: 325,977 tCO2e
Disponível em 2017: 881,370 tCO2e


2. Reduzindo as emissões de carbono do desmatamento no Ecossistema de Ulu Masen Ecosystem, Aceh, Indonésia.

Este projeto pretende desenvolver e testar mecanismos financeiros de carbono para reduzir as emissões de gases do efeito estufa, contribuir para o desenvolvimento econômico e social sustentáveis e conservar a biodiversidade ao longo dos próximos 30 anos. O projeto utilizará o planejamento do uso do solo, aumento do monitoramento e reforço da lei, reflorestamento, restauração e atividades madeireiras sustentáveis em 750 mil hectares de florestas.

O projeto estima que as atividades propostas reduzam o desmatamento em 85% e que possam ser evitadas a emissão de 3.369.848 toneladas de dióxido de carbono por ano.

Segundo a Bloomberg, cerca de 26 milhões de dólares provenientes da venda dos créditos de carbono serão repassados às vilas que pararem com o desmatamento.


3. Projeto Enoree para Energia Limpa em Aterro sanitário

O Enoree é primeiro projeto de aterro sanitário validado pelo VCS nos Estados Unidos. O projeto é desenvolvido na Carolina do Sul (EUA) e pretende captar o gás produzido através da decomposição natural do lixo doméstico para a produção de cerca de 3,2 MW de eletricidade anualmente, o que equivale a aproximadamente o abastecimento de duas mil residências norte-americanas.

Projetos Brasileiros

Em setembro de 2008, dois projetos brasileiros estavam em processo de avaliação pela Associação responsável pelo CCBS. A Reserva de Desenvolvimento Sustentável Juma, na Amazônia, envolve o estabelecimento de uma Unidade de Conservação de Uso Sustentável em uma região de 589,612 hectares que seria quase que completamente desmatada se mantido o ritmo atual de uso das terras. Durante a primeira fase do projeto, que vai até 2050, espera-se frear o desmatamento em 75,4% da área total da reserva.

O outro projeto brasileiro sendo avaliado pelo CCB Standard é o Corredor Ecológico Monte Pascoal - Pau Brasil, localizado no litoral da Bahia, e que envolve o reflorestamento de 801 hectares de áreas degradadas com plantas nativas da Mata Atlântica.

Neutralizações

Por mais que todos tentem, reduzir em 100% as emissões de gases do efeito estufa (GEE) é praticamente impossível, pois todas as atividades humanas causam algum impacto ambiental e, também, contribuem para o lançamento desses gases na atmosfera.

Grande parte das atividades humanas resultam em emissões de GEE, direta ou indiretamente. Por exemplo, a queima das florestas e de combustíveis fósseis, a decomposição do lixo, o uso de combustíveis primários (como a madeira) causam emissões diretas, pois as substâncias (como o carbono) contidas na matéria sólida se volatilizam e acabam sendo emitidas para a atmosfera.

No caso das emissões indiretas, podemos citar todos os bens de consumo que durante a sua produção utilizaram alguma forma de combustível, por exemplo, o plástico, além da energia necessária para a produção, este material possui na composição determinada quantidade de petróleo.

A saída é, voluntariamente, neutralizar o que não é possível reduzir através da participação em projetos que absorvam estas emissões ou que também reduzam.

O exemplo mais popular no Brasil são os programas de plantio de árvores, pois durante o crescimento elas absorvem e estocam dióxido de carbono (CO2). Outra opção é a compra de créditos de carbono provenientes de projetos de energias limpas ou eficiência energética.

Muitas críticas já foram feitas em relação a estes programas, positivas e negativas, já que eles envolvem questões complexas, como:

Plantio de espécies nativas verso culturas exóticas. As espécies exóticas, principalmente o pinus e o eucalipto, possuem crescimento rápido, absorvendo grandes quantidades de CO2, mas não contribuem para outros serviços ambientais, como a manutenção de nascentes e o incremento da biodiversidade, intrínsecos das florestas nativas.

Permanência. O monitoramento é a principal garantia de que as florestas não serão cortadas ou queimadas, liberando o CO2 novamente para a atmosfera. Este é um ponto sensível e que envolve a competência e a ética das empresas que realizam a neutralização.

Como existe a opção de compensar as emissões, ao invés de tomar atitudes para reduzi-las na fonte, pode-se dizer que os incentivos para esta última são menores. O ideal é reduzir as emissões na fonte, recorrendo às compensações apenas quando não há outra opção.


Várias empresas, tanto brasileiras quanto estrangeiras, já disponibilizam calculadoras online que permitem que cada indivíduo conheça a sua pegada de carbono, ou seja, as emissões causadas pelo dia-a-dia.

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