• nature2

    "Porque as pessoas que vivem de acordo com a natureza humana, tem a sua mente controlada por essa mesma natureza. Mas as que vivem de acordo com o Espírito de Deus tem a sua mente controlada pelo Espírito" Romanos 8:5

  • solar2

    "Porque as pessoas que vivem de acordo com a natureza humana, tem a sua mente controlada por essa mesma natureza. Mas as que vivem de acordo com o Espírito de Deus tem a sua mente controlada pelo Espírito" Romanos 8:5

  • eolica2

    "Porque as pessoas que vivem de acordo com a natureza humana, tem a sua mente controlada por essa mesma natureza. Mas as que vivem de acordo com o Espírito de Deus tem a sua mente controlada pelo Espírito" Romanos 8:5

  • nature3

    "Porque as pessoas que vivem de acordo com a natureza humana, tem a sua mente controlada por essa mesma natureza. Mas as que vivem de acordo com o Espírito de Deus tem a sua mente controlada pelo Espírito" Romanos 8:5

  • nature1

    "Porque as pessoas que vivem de acordo com a natureza humana, tem a sua mente controlada por essa mesma natureza. Mas as que vivem de acordo com o Espírito de Deus tem a sua mente controlada pelo Espírito" Romanos 8:5

  • nature4

    "Porque as pessoas que vivem de acordo com a natureza humana, tem a sua mente controlada por essa mesma natureza. Mas as que vivem de acordo com o Espírito de Deus tem a sua mente controlada pelo Espírito" Romanos 8:5



Competência e Confiança

Objetividade Resultado
Estar sempre na vanguarda das melhores práticas que nos possibilite atender cada vez melhor nossos Clientes.  Possuindo uma “Política de Resultados”, voltadas ao cliente, o sucesso de nossas ações e realizações estão focados em seus propósitos, metas e necessidades. A AFG Consultores, construindo relações de parceria e de confiança. Fazendo das realizações dos Planos e Projetos de nossos clientes as nossas realizações.

 





2010 - Ano Internacional da Biodiversidade Convenção-Quadro da Diversidade Biológica


Em 2002, os líderes mundiais concordaram em atingir uma redução significativa na taxa de perda de biodiversidade até 2010. Tendo revisado todas as evidências disponíveis, incluindo relatórios nacionais apresentados pelas Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica, concluímos que o objetivo não foi cumprido. Além disso, os relatórios alertam as principais pressões que conduzem à perda de biodiversidade não são apenas constantes, mas estão, em alguns casos, se intensificando.

As conseqüências desse fracasso coletivo, se não for rapidamente corrigido, serão graves para todos nós. A biodiversidade sustenta o funcionamento dos ecossistemas dos quais dependemos para alimentação e água potável, saúde e lazer, além de proteção contra desastres naturais. Sua perda também nos afeta cultural e espiritualmente – o que pode ser mais difícil de quantificar, mas é, de qualquer forma, essencial para o nosso bem-estar.

As tendências atuais estão nos levando cada vez mais perto de uma série de potenciais pontos de ruptura, que reduziriam de maneira catastrófica a capacidade dos ecossistemas de prestarem esses serviços essenciais. Os pobres, que tendem a depender mais imediatamente deles, sofreriam primeiro e mais severamente. Estão em jogo os principais objetivos delineados nas Metas de Desenvolvimento do Milênio: segurança alimentar, erradicação da pobreza e uma população mais saudável.

 
A conservação da biodiversidade constitui uma contribuição fundamental para moderar a extensão das mudanças climáticas e reduzir seus impactos negativos, tornando ecossistemas – e, portanto, as sociedades humanas – mais resilientes. Por conseguinte, é essencial que os desafios relacionados à biodiversidade e às mudanças climáticas sejam abordados de forma coordenada e com a mesma prioridade.


Em diversas áreas importantes, ações em níveis nacionais e internacionais para apoiar a biodiversidade estão sendo direcionadas positivamente. Mais zonas terrestres e marítimas estão sendo protegidas, mais países estão combatendo a grave ameaça de espécies exóticas invasoras e mais recursos financeiros estão sendo reservados para a implementação da Convenção sobre Diversidade Biológica.


Entretanto, esses esforços são, muitas vezes, prejudicados por políticas conflitantes. Para combater as causas originais da perda de biodiversidade temos que dar-lhe maior prioridade em todas as áreas de tomadas de decisão e em todos os setores econômicos.


A conservação da biodiversidade não pode ser uma reflexão tardia, uma vez que outros objetivos são abordados – ela é o fundamento sobre o qual muitos desses objetivos são construídos.


Precisamos de uma nova visão para a diversidade biológica, buscando um planeta saudável e um futuro sustentável para a humanidade.

Visão do Secretário Geral das Noções Unidas – Sr. BAN Ki-moon


A Atuação da AFG Consultores dentro da CDB


A AFG Consultores, atua diretamente na Convenção-Quadro da Biodiversidade, como parceira, realizando em todos os seus trabalhos e projetos os levantamentos dos aspectos antrópicos positivos e negativos, bem como estudo endêmico da biodiversidade em seus projetos. Além da realização da divulgação de seus trabalhos junto a CDB, e adotando políticas de sustentabilidade, mecanismos limpos e preservação em todos os seus projetos.


Para visualiza a participação da AFG Consultores, na CDB, clique no ícone abaixo :

 

 A Convenção-Quadro da Diversidade Biológica e a Biodiversidade


Convenção da Diversidade Biológica


A Convenção-Quadro da Diversidade Biológica, entrou em vigor em 29 de dezembro de 1993 com o objetivo de promover a conservação da biodiversidade, uso sustentável de seus componentes e uma distribuição de benefícios justa e eqüitativa com relação ao uso dos recursos genéticos. Atualmente é composta por 190 países.


Biodiversidade Brasileira


As diferenças climáticas contribuem para as diferenças ecológicas formando zonas biogeográficas distintas chamadas biomas. A maior floresta tropical úmida (Floresta Amazônica), com mais de 30 mil espécies vegetais, e a maior planície inundável (o Pantanal) do mundo se encontram nesses biomas, além do Cerrado (savanas e bosques), da Caatinga (florestas semi-áridas) e da Mata Atlântica (floresta tropical pluvial). O Brasil possui uma costa marinha de 3,5 milhões km² com uma variedade de ecossistemas que incluem recifes de corais, dunas, manguezais, lagoas, estuários e pântanos.


Muitas das espécies brasileiras são exclusivas (endêmicas) e diversas espécies de plantas de importância econômica mundial são originárias do Brasil, destacando-se dentre elas o abacaxi, o amendoim, a castanha do Brasil (também conhecida como castanha do Pará), a mandioca, o caju e a carnaúba. (fonte: MMA)

 

Biodiversidade


“O mundo encara uma perda de biodiversidade sem precedentes. A taxa de extinção tem sido estimada em mil vezes mais alta do que o natural na história da Terra”, alertou o secretário executivo da Convenção de Diversidade Biológica (CDB), Ahmed Djoghlaf, durante um evento realizado em abril de 2008 em Berlim que discutiu os desafios da política internacional com relação à conservação da biodiversidade.


Djoghlaf lembrou que, a cada hora, quatro espécies são perdidas e que, a cada ano, 13 milhões de hectares de florestas, onde vivem cerca de dois terços de todas as espécies terrestres, são destruídas – o equivalente a um terço do tamanho da Alemanha. A ONU estima que os danos ao capital natural, incluindo as florestas, terras úmidas e outros, são avaliados em US$ 2-4,5 trilhões anuais.


“A pressão das atividades humanas no funcionamento natural do planeta alcançou um extremo que a habilidade dos ecossistemas de fornecer as necessidades para as gerações futuras está agora seriamente – talvez irreversivelmente – ameaçada”, afirmou Djoghlaf.

 

Com o progresso das mudanças climáticas, mais e mais habitats frágeis se tornam ameaçados de extinção. Segundo o Painel Intergovernamental de Mudanças do Clima (IPCC), cerca de 30% das espécies conhecidas podem desaparecer antes do final do século por causa do aquecimento global. “Apesar de a degradação ambiental ser um sério problema, ela pode ser remediada. A extinção de espécies, no entanto, é permanente”, destacou.


O relatório ‘A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade" (TEEB, na sigla em inglês), publicado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), aponta que um investimento anual de US$ 45 bilhões na conservação da biodiversidade do planeta poderia estancar a perda de mais de US$ 2,2 trilhões dos serviços oferecidos pelos ecossistemas.


Estima-se que existam 30 milhões de espécies de organismos na Terra. Uma pesquisa de 1987, conduzida pelo cientista E.O. Wilson, da Universidade de Harvard, constatou a existência de cinco bilhões de espécies. Porém novos trabalhos elevam ainda mais estes números, admitindo uma amplitude que vai de 10 a 100 milhões de espécies.


Segundo o Ministério do Meio Ambiente, “a realidade dos fatos, entretanto, é que o número de espécies hoje conhecido em todo o planeta esteja em torno de 1,7 milhões, valor que atesta o elevado grau de desconhecimento da biodiversidade, mormente nas regiões tropicais”.


Biodiversidade, segundo o artigo 2 da CDB, "significa a variabilidade de organismos vivos de todas as origens, compreendendo, dentre outros, os ecossistemas terrestres, marinhos e outros ecossistemas aquáticos e os complexos ecológicos de que fazem parte; compreendendo ainda a diversidade dentro de espécies, entre espécies e de ecossistemas.


Em outras palavras, refere-se a toda a variedade de vida no planeta, incluindo a variedade genética dentro das populações e espécies, a variedade de espécies da flora, da fauna e de microrganismos, a variedade de funções ecológicas desempenhadas pelos organismos nos ecossistemas; e a variedade de comunidades, habitats e ecossistemas formados pelos organismos.


O tráfico de fauna e flora também é uma ameaça contra a biodiversidade mundial, em especial em países como o Brasil, que possui 20% do número total de espécies do planeta. A venda ilegal de espécies animais nas ruas do México, noticiada na mídia, é um exemplo de ameaça que pode acabar com muitas delas antes de 2030.


México e Brasil integram o Grupo de Países Megadiversos, criado em 2002 pelas 15 nações que o compõe e que, em conjunto, possuem 70% da diversidade de flora e fauna do planeta. Os demais integrantes são Bolívia, China, Colômbia, Costa Rica, Equador, Filipinas, Índia, Indonésia, Quênia, Malásia, Peru, África do Sul e Venezuela.


O Brasil assinou em 1992 a CDB na Rio-92, que reconhece a soberania dos países sobre os recursos genéticos existentes em seus territórios.


Em 2000, o governo brasileiro estabeleceu uma medida provisória (MP nº 2.186) para proteger o acesso ao patrimônio genético. A biopirataria é hoje um grave problema para o país, que é facilitada pela ausência de uma legislação que defina as regras de uso dos recursos naturais brasileiros. Esta MP não coloca a exploração ilegal dos recursos como crime e nem estabelece penalidades para os infratores, somente determina que o acesso aos recursos genéticos depende de autorização da União.

AFG Consultores Ltda. / www.afgconsultores.com.br / CSS3